Trabalho escravo - Auditor-Fiscal do Trabalho e AGU defendem inclusão da Marisa na “Lista Suja”


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
11/12/2012



Nesta segunda-feira, 10 de dezembro, aconteceu em São Paulo a primeira audiência do processo judicial impetrado pela rede de lojas Marisa, que pleiteia não ser incluída na “Lista Suja” do trabalho escravo. Oficinas de costura que fabricavam roupas para a rede foram flagradas pela fiscalização em 2010 explorando trabalhadores estrangeiros. 


Segundo a Advogada da União que testemunhou no caso, a Marisa tinha poder econômico sobre as empresas terceirizadas e por esse motivo defende a inclusão da rede na Lista Suja. O Auditor-Fiscal do Trabalho Luiz Alexandre Faria, que coordenou a fiscalização à época, também testemunhou no caso e disse que, apesar de a Marisa estar tomando as providências para melhorar as condições de trabalho na confecção de roupas, não se pode passar uma borracha no passado.

 

A empresa, em razão da ação judicial questionando a Lista Suja, foi excluída do Pacto Nacional  pela Erradicação do Trabalho Escravo. Uma nova audiência foi marcada para o dia 31 de janeiro de 2013.

 

Assessoria de comunicação do Sinait, com informações da Repórter Brasil.

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