*Com informações da Repórter Brasil.
A ONG Repórter Brasil publica nesta segunda-feira, 10 de novembro, a 6ª edição do boletim Monitor, sobre “Trabalho escravo no cacau da Bahia”. A publicação analisa problemas sociais e ambientais de cadeias produtivas, e constata que uma nova forma de organização do trabalho ganhou impulso nas lavouras de cacau do estado: os contratos de parceria, nos quais é altamente possível que ocorram irregularidades trabalhistas, entre elas, trabalho análogo ao de escravo.
Nesta 6ª edição, os casos apurados pela Repórter Brasil evidenciam que as três grandes indústrias processadoras de cacau – Barry Callebaut, Cargill e Olam – estão expostas a violações de direitos trabalhistas, e até mesmo a casos de trabalho escravo, em suas cadeias de negócios, que são longas. Especialmente, é claro, nas redes de fornecimento que envolvem atravessadores.
Empresas foram ouvidas na produção da publicação, que cita também ações fiscais e utiliza fotos feitas pela Subsecretaria de Inspeção do Trabalho.
Confira o Monitor em dois idiomas, português e inglês.
Português: https://reporterbrasil.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Monitor-6-Cacau-PT.pdf
Inglês: https://reporterbrasil.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Monitor-6-Cacau-EN.pdf