28 de janeiro: Entidades apoiam ato do Sinait no TRF 1ª Região


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
28/01/2016



Representantes de entidades e da sociedade civil apoiaram o Ato Público do Sinait em frente ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região – TRF1, nesta quinta-feira, 28 de janeiro, em Brasília (DF). O protesto foi para pedir celeridade no julgamento dos recursos dos condenados pela Chacina de Unaí, que sofreram a pena máxima, mas recorrem em liberdade por serem réus primários. Os recursos estão na 9ª Vara de Justiça Federal em Belo Horizonte (MG) e em breve chegará ao TRF 1ª Região para apreciação. O Sinait pede rapidez na análise dos recursos para que os culpados cumpram a sentença em regime fechado.


Reforçando o ato do Sinait, participou do protesto o vice-presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho - Anamatra, Guilherme Feliciano, que considera o Sindicato Nacional um parceiro nas atividades na luta contra o trabalho escravo, entre outras. “Somos solidários e a data marcante passou a definir no Brasil e no nosso plano nacional a luta diária contra o trabalho escravo”.


O presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho - ANPT, Carlos Eduardo de Azevedo Lima, destacou que a atuação da entidade com o Sinait é conjunta e difícil. “É lamentável que tenham se passado 12 anos e ainda estamos aqui pedindo justiça”.


A deputada federal Erika Kokay (PT/DF), representando a Comissão de Direitos Humanos e Minorias - CDHM da Câmara, disse que os Auditores-Fiscais do Trabalho ajudam a construir um Brasil mais justo. “Precisamos romper a impunidade. Enquanto eles estiverem em liberdade não nos sentiremos livres".


João Barbosa de Arruda, 1º vice-secretário do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e do Mobiliário de Brasília, sente pela morte dos Auditores-Fiscais do Trabalho e pede mais justiça para a categoria. “Sentimos pelas mortes e pedimos mais Auditores-Fiscais para proteger os trabalhadores brasileiros”. Segundo ele, o Poder Judiciário precisa fazer o seu papel e colocar os culpados na cadeia. “A justiça foi feita agora e a lei precisa ser aplicada com a prisão dos culpados em regime fechado”.


Participaram ainda do protesto Iolando Almeida, pela Secretaria de Direitos Humanos do Distrito Federal – SDHDF; Aline Joana da Silva, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura – Contag; Annie Vieira Carvalho, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal - SJCDF, entre outras autoridades.

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