Nesta segunda-feira, 25 de janeiro, cinco chineses foram resgatados por Auditores-Fiscais do Trabalho em três locais diferentes no Rio de Janeiro (capital) e levados à Superintendência Regional do Trabalho do Estado – SRTE/RJ para prestarem depoimento com o apoio de uma tradutora de Mandarim. Três deles trabalhavam em um só estabelecimento, que precisou ser fechado ao público.
De acordo com Auditores-Fiscais ouvidos pela imprensa, que cobriu a operação, é um resgate difícil, principalmente porque as vítimas não falam Português e ficam muito assustadas achando que serão deportadas. O objetivo do resgate, segundo os Auditores-Fiscais, é a regularização.
A Auditora-Fiscal do Trabalho Márcia Albernaz, que coordena as operações, afirmou que a equipe está apurando se os chineses resgatados em Copacabana trabalhavam para pagar as dívidas da viagem da China para o Brasil, o que configuraria servidão por dívida, um valor estimado em R$ 42 mil.
De acordo com ela, no estabelecimento em Copacabana os chineses foram encontrados em um pequeno espaço onde havia colchões, pedaços de papelão e ventiladores.
Com a sexta etapa da Operação Yulin já são mais de 20 chineses resgatados de condições análogas à escravidão por Auditores-Fiscais do Trabalho no Estado desde 2013. Treze pastelarias foram fiscalizadas no período.
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Com informações do G1