Antério Mânica foi o sexto réu da Chacina de Unaí a ser julgado e condenado. Sua pena foi idêntica à do irmão Norberto Mânica: 100 anos de reclusão. Como réu primário, tem direito a recorrer em liberdade.
O julgamento durou dois dias e a defesa negou a participação de Antério o tempo todo. A acusação, entretanto, conseguiu convencer o Conselho de Sentença de que ele foi o mandante do crime, apresentando um conjunto de indícios e provas.