Dez produtos que você compra e são produtos de trabalho escravo


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
06/04/2015



Sem se dar conta, você pode estar comprando inúmeros produtos que são produzidos graças à exploração e abuso de seres humanos no trabalho em várias partes do mundo. As pessoas são, geralmente, escravizadas em uma idade jovem e nunca sequer têm a oportunidade de provar ou experimentar os produtos que passam suas vidas todas fazendo para outras pessoas. 


Segundo o Índice de Escravidão Global de 2013 da Fundação Walk Free, o Brasil está 94º lugar no ranking de países com maior prevalência da escravidão moderna. Os piores países são Mauritânia, Haiti, Índia e Nepal, enquanto na ponta oposta aparecem Islândia, Irlanda e Reino Unido. Esse ranking, no entanto, também leva em conta casamento infantil e tráfico de pessoas, além da escravidão. No que se trata de trabalho forçado, isoladamente, Índia e China são as campeãs. 


No Brasil, existem cerca de 200 mil pessoas nessa situação, de acordo com o levantamento da Walk Free. O trabalho escravo se concentra nas indústrias madeireira, carvoeira, de mineração e de construção civil, e nas lavouras de cana, algodão e soja. Outros graves problemas do nosso país são o turismo sexual no Nordeste e a exploração da mão de obra de imigrantes bolivianos em oficinas de costura, especialmente em São Paulo. 


Para ter mais informações sobre produtos que são fruto da exploração de pessoas, confira a íntegra da matéria publicada pela Catholicus, Notícia Cultura e Serviço que lista dez produtos produzidos com trabalho degradante/escravo. Os produtos vão desde chocolate, roupas, bolsas, até equipamentos eletrônicos, entre outros.

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