Em conversa com os deputados Izalci (DF), representando a liderança do PSDB, e Arthur Oliveira Maia (BA), líder do Solidariedade - SD, representantes das entidades que integram o Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado – Fonacate, entre elas, o Sinait, apresentaram pleitos de interesse dos servidores públicos nesta quarta-feira, 25 de março. Um dos principais é a rejeição das Medidas Provisórias 664 e 665/2014 que, caso aprovadas, irão restringir, respectivamente, direitos previdenciários e concessão do Seguro Desemprego, Seguro-Defeso e Abono Salarial.
Os dirigentes também se encontraram com a assessoria da Liderança do Governo na Câmara com o mesmo objetivo.
Outros temas tratados foram a necessidade de aprovação da Proposta de Emenda Constitucional – PEC 555/06 e das emendas que autorizam a licença remunerada para o exercício de mandato classista.
Os diretores do Sinait, Hugo Carvalho Moreira e Roberto Miguel Santos, falaram aos parlamentares sobre a importância de não aprovar as MPs porque elas prejudicam os trabalhadores e os servidores públicos. “São medidas injustas que atingirão principalmente os assalariados e jovens que estão começando no mercado de trabalho. No caso dos servidores, afetará a pensão por morte, cujos valores serão reduzidos aos beneficiários”, afirmou Roberto Miguel.
Sobre o exercício do mandato classista, Hugo Moreira disse que a licença remunerada não trará ônus para o governo. O impacto financeiro foi a justificativa do veto da presidente Dilma Rousseff à emenda que tratava do tema, de autoria do deputado Vicentinho (PT/SP), incluída na MP 632/13 e aprovada pelo Congresso.
Os deputados apoiaram integralmente os pleitos apresentados e pediram que os servidores mantivessem a mobilização pelos seus interesses no Parlamento.