Por Lourdes Marinho
Edição: Nilza Murari
A operação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel – GEFM que resultou no resgate de três trabalhadores, entre eles um menor de idade, submetidos à condição análoga à de escravos na fazenda Estrela D’alva, área rural do município de Jacundá, no Pará, está repercutindo na imprensa.
Vários sites divulgaram matérias sobre o resgate. O deputado estadual Carlos Bordalo (PT/PA) fez um pronunciamento na Assembleia Legislativa do Pará nesta quarta-feira, 6 de setembro, sobre o caso.
A ação do GEFM ocorreu no período de 15 a 28 de agosto, nas cidades de Novo Repartimento, Jacundá e Marabá. Além de trabalho escravo, o Grupo Móvel encontrou várias outras irregularidades trabalhistas.
O Grupo Móvel, coordenado por Auditores-Fiscais do Ministério do Trabalho, atua com o Ministério Público do Trabalho, as polícias Federal e Rodoviária Federal e a Defensoria Pública. As ações são feitas em todo o Brasil para investigar e eliminar o trabalho escravo nas áreas rural e urbana. Mas, a partir deste mês, essas operações estão comprometidas por falta de recursos para a fiscalização ir a campo.
Pronunciamento do deputado estadual Carlos Bordalo