O jornal Folha de São Paulo publicou nesta sexta-feira, 14 de julho, entrevista do Procurador-Geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, sobre a aprovação da reforma trabalhista.
Um dos pontos destacados por Fleury foi a frágil fiscalização em razão do déficit de um terço de Auditores-Fiscais do Trabalho na carreira. Para ele, se houvesse fiscalização presente, os empresários deixariam de descumprir a lei e talvez nem precisasse existir Justiça do Trabalho.
O Sinait comunga da opinião do Procurador-Geral. Fiscalização forte e eficiente previne irregularidades, acidentes e adoecimentos no trabalho. O Estado brasileiro erra ao não dar o devido destaque e protagonismo à Auditoria-Fiscal do Trabalho, que contribui para o combate à sonegação, aumento da arrecadação e promoção de equilíbrio nas relações de trabalho, além de prevenir acidentes e adoecimentos no trabalho, fonte de altos gastos por parte da Previdência Social.