Colaboradores puderam discutir suas necessidades e dificuldades contribuindo para o planejamento das ações
O Instituto Ação Integrada - INAI promoveu oficina de planejamento estratégico nos dias 26 e 27 de junho, na sede do Sinait, em Brasília, com o objetivo de organizar e definir o roteiro que deverá ser seguido pela entidade para fortalecer e consolidar ações.
A oficina foi uma das etapas do planejamento estratégico que está sendo desenvolvido pelo Instituto e que teve início com o mapeamento de visões e expectativas dos executores. Para isso, foram feitas entrevistas e reuniões com representantes de instituições apoiadoras do Instituto e participantes do Movimento Ação Integrada – MAI.
A oficina foi organizada e ministrada por uma empresa especializada em planejamento estratégico, a “Trajetória”, oriunda de São Paulo. Participaram representantes das três iniciativas estaduais e da regional. Cada instituição executora mandou dois representantes.
Para os dirigentes do INAI é muito importante ter o conhecimento das visões e expectativas dos apoiadores e daqueles a quem o Instituto se destina, para que possam ter atendidas suas necessidades. E ainda, quais são os desafios de cada ator e os que são comuns a todos, para serem organizados e possibilitar o mapeamento daqueles a serem superados e/ou compartilhados por outros membros.
Durante as discussões, ficou a percepção de que os desafios são compartilhados por todos os integrantes. Foram apontadas as linhas de ação que o Instituto deve seguir para ajudar quem está na ponta.
Como resultado da oficina foram elencados sete desafios comuns, que foram organizados em sete linhas. Este resultado deverá ser cruzado com o da primeira etapa para definir o planejamento estratégico de atuação do Instituto para o próximo ano.
“A função do Movimento e do Instituto é promover a movimentação, integração e troca de experiências. Houve a comunhão de interesses em prol de um bem comum”, avaliou Valdiney Arruda, Auditor-Fiscal do Trabalho.
O perfil dos participantes foi importante porque são pessoas atuantes, que conhecem a realidade e têm a expertise na execução de experiências que buscam a prevenção do trabalho escravo e a assistência ás vítimas. “Julgamos ser fundamental o conhecimento e compreensão de suas visões e expectativas, para que possamos construir o Instituto, de forma que esteja realmente conectado com as bases e atenda às demandas e necessidades dos executores”, avaliou o presidente do Sinait, Carlos Silva.