O vice-presidente do Sinait, Carlos Silva, e a diretora da entidade Ana Palmira Arruda Camargo, se encontraram com o Secretário de Inspeção do Trabalho, Paulo Sérgio Almeida, na tarde desta quinta-feira, 12 de dezembro
Secretário informou que Planejamento negou pedido para concurso público com 600 vagas. MTE vai enviar novo pedido na semana que vem, com base no número de cargos vagos na carreira
O vice-presidente do Sinait, Carlos Silva, e a diretora da entidade Ana Palmira Arruda Camargo, se encontraram com o Secretário de Inspeção do Trabalho, Paulo Sérgio Almeida, na tarde desta quinta-feira, 12 de dezembro, no Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. O critério de distribuição de vagas para o Concurso de Remoção e o andamento do pedido de concurso público para Auditor-Fiscal do Trabalho ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG foram os assuntos em pauta.
De acordo com o Secretário, o pedido de autorização para realização de concurso para preenchimento de 600 vagas do cargo de Auditor-Fiscal do Trabalho foi negado pelo Planejamento. “Nós vamos encaminhar outro pedido para que o Planejamento reconsidere a decisão”.
Carlos Silva alertou que as vacâncias, mesmo com o preenchimento das 100 vagas do último concurso, ultrapassam as 600 solicitadas pelo MTE no primeiro pedido. O Secretário adiantou que a nova solicitação será baseada no número total de vacâncias, que chegam a quase 800. Paulo Sérgio também informou que o pedido será enviado até o fim da semana que vem.
Concurso de Remoção
O vice-presidente também fez questionamentos sobre os critérios de distribuição das vagas oferecidas no Concurso de Remoção. De acordo com ele, o assunto tem angustiado os Auditores-Fiscais. Paulo Sérgio afirmou que o critério foi matemático. “Foram disponibilizadas mais vagas para as Superintendências que perderam mais Auditores-Fiscais”, ponderou.
O Secretário disse que a distribuição das vagas ficou sob responsabilidade dos Chefes de Fiscalização das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego – SRTEs.
Carlos Silva falou que o tempo mínimo de permanência nos locais previsto no Concurso – estimativa de seis meses – é outro motivo de angústia por parte dos colegas. Ele pediu que esse tempo fosse o mais reduzido possível. “Isso ainda está sendo avaliado”, respondeu Paulo Sérgio.