Auditores-Fiscais e Servidores Administrativos da SRTE/PE realizam ato público por melhores condições de trabalho


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
29/05/2013



Para alertar sobre os problemas na infraestrutura e por melhores condições de trabalho, Auditores-Fiscais e servidores administrativos realizaram um ato público em frente à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Pernambuco – SRTE/PE nesta quarta-feira, 28 de maio.  Os manifestantes ocuparam a entrada do prédio por volta de 7h20 e liberaram o atendimento ao público a partir de 9h20.


A realização do ato público foi decidida por Assembleia Geral Extraordinária – AGE entre os sócios da Associação dos Auditores-Fiscais do Trabalho em Pernambuco – Afitepe e da Associação dos Servidores da SRTE/PE – Astrape no dia 10 de maio. Os principais pleitos são a melhoria na infraestrutura dos prédios do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE no Estado e na gestão e planejamento dos serviços executados. Há carência de motoristas e falta de segurança nos prédios. Além disso, as categorias enfrentam adversidades básicas como falta de impressoras e de ar condicionado em algumas salas.


Segundo o presidente da Afitepe, Carlos Silva, as dificuldades relatadas em Pernambuco também acontecem em outras partes do Brasil e necessitam de urgente mobilização. Entre elas, o número insuficiente de Auditores-Fiscais do Trabalho e a exigência de controle de ponto para as chefias. “Queremos providências da esfera federal para que possamos solucionar nossos problemas para possibilitar uma adequada prestação dos serviços”.  Para ele, os problemas existentes são entraves no dia a dia da Fiscalização do Trabalho e ou a manutenção deles.


As duas entidades protocolaram uma relação dos problemas considerados emergenciais e a entregaram ao superintendente Regional do Trabalho e Emprego, André Negromonte, que é Auditor-Fiscal do Trabalho, após o ato público.


A diretora de Inativos da Afitepe, Alberlita Silva, que também integra a diretoria do Sinait, disse que esses problemas são reincidentes. A diretora de Política de Classe da Associação, Simone Brasil, disse sentir vergonha quando, em atendimento às empresas fiscalizadas, escuta o desabafo dos representantes das empresas, ao perceberem que as exigências cobradas dos empregadores não são observadas nas instalações do MTE.


Com informações da Afitepe.

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