O Jornal O Dia (RJ) divulgou, no dia 26 de maio, uma tabela salarial contendo o valor da hora de trabalho paga a carreiras do Poder Executivo, no início e no final da tabela, considerando uma carga horária mensal de 200 horas. O “ranking” foi elaborado de acordo com dados do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e usa como critério de classificação o teto salarial no topo da carreira. A matéria de O Dia dá ênfase à grande diferença salarial existente entre carreiras.
O posicionamento da Auditoria-Fiscal do Trabalho é a razão de grande empenho da categoria ao longo de sua história, mas que continua a exigir muita luta, muita persistência e união para alcançar o objetivo de compatibilizar o subsídio com a importância do trabalho que a categoria desenvolve para levar cidadania e dignidade a milhões de trabalhadores brasileiros. Registro em carteira, combate ao trabalho escravo e exploração do trabalho infantil, combate aos acidentes de trabalho, fiscalização da jornada de trabalho, dos descansos legais, do pagamento de salários, e o reflexo no recolhimento do FGTS, do INSS e do Imposto de Renda colocam a Auditoria-Fiscal do Trabalho como um serviço indispensável do Estado.
Manter essa posição é um dos objetivos da campanha salarial conjunta. Ao lado da Auditoria-Fiscal do Trabalho estão praticamente todas as carreiras de Estado na tabela apresentada por O Dia. Isso reforça e confirma o acerto na estratégia de manter as categorias unidas, desenvolvendo atividades conjuntas para que não venha a acontecer um distanciamento salarial das carreiras de Estado.
O Sinait, ao mesmo tempo, alerta para o fato de que a publicidade da remuneração, autorizada pelo Poder Executivo e pelo Poder Judiciário, em cumprimento á Lei de Acesso à Informação, pode dar margem a abordagens indesejadas de pessoas que queiram obter vantagens, especialmente de Auditores-Fiscais do Trabalho aposentados, oferecendo empréstimos e aplicando golpes como a “saidinha de banco” ou informando sobre ações inexistentes e pedindo depósitos para, supostamente, facilitar o recebimento de valores que não são devidos.
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