Fórum dos servidores públicos define organização do ato em Brasília no dia 25 de fevereiro

O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais, do qual o Sinait faz parte, reuniu-se nesta sexta-feira, 20 de fevereiro


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
20/02/2015



O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais, do qual o Sinait faz parte, reuniu-se nesta sexta-feira, 20 de fevereiro, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal – Condsef, em Brasília, para discutir e definir algumas pendências em relação às manifestações que serão realizadas em Brasília no dia 25 de fevereiro.


Os servidores farão um ato em frente ao Ministério do Planejamento para cobrar uma audiência com o ministro Nelson Barbosa. Estão previstas para o mesmo dia, diversas atividades em outros Estados. No Rio de Janeiro a mobilização será no dia 6 de março.


De acordo com Marco Aurélio Gonsalves, que participou da reunião, este é o momento de o servidor integrar e permanecer mobilizado em prol de melhorias remuneratórias, nas condições de trabalho no serviço público e para evitar a retirada de direitos conquistados. “Estamos sempre sob ameaça de retirada de direitos, a mais recente foi a publicação das medidas provisórias 664 e 665/14”, ressaltou. 


Final do acordo de 2012


No início do mês, os servidores receberam a última parcela do acordo salarial assinado em 2012, e as entidades já começaram a buscar o diálogo com o governo, que até então, se recusava a conversar alegando que o acordo ainda estaria em curso. As entidades protocolaram uma carta no Congresso apontando as proposições que tramitam na Câmara e no Senado de interesse dos servidores para serem votadas ou rejeitadas. 

Eixos da Campanha


A campanha unificada envolve também outros eixos que serão defendidos ao longo do ano como concurso público; aprovação da PEC 555 que extingue cobrança previdenciária dos aposentados; revogação das MPs 664 e 665 e das que retiram direitos dos trabalhadores; transposição dos anistiados para o Regime Jurídico Único; liberdade de organização sindical nos locais de trabalho; política adequada de saúde do servidor e combate ao assédio moral e às opressões; readmissão dos temporários demitidos na greve do IBGE; regulação da jornada de trabalho de 30 horas no serviço público sem redução salarial, entre outros.


Integram o Fórum 19 entidades: Andes-SN; ASSIBGE-SN; ASFOC-SN; CSP-Conlutas; CTB; CUT; Condsef; CNTSS; Fasubra, Fenasps; Fenajufe; FENAPRF; Sinait, Sinal; Sinagências; Sinasefe; Sinasempu; Sindifisco Nacional e Unacon Sindical.


Clique aqui para ler matéria publicada no jornal Correio Braziliense

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