Trabalho escravo é tema de reportagem do STJ Cidadão


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
09/11/2011



O “STJ Cidadão”, programa de TV do Superior Tribunal de Justiça (STJ) desta semana traz uma reportagem sobre o trabalho escravo. A matéria relata os casos de exploração de trabalhadores, muitas vezes com cerceamento da liberdade, como o do casal de coreanos preso por submeter operários bolivianos a jornadas e tratamentos desumanos em uma fábrica de roupas na capital paulista. Os dois tentaram revogar a prisão no STJ, mas tiveram o pedido negado.

 

O programa também faz referência ao caso do fazendeiro que pleiteava a liberdade após ser condenado à pena de 14 anos por manter trabalhadores em regime de escravidão. De acordo com o processo, ele teria até mesmo queimado com ferro de marcar gado um trabalhador que reclamou da comida.

 

Estes e outros casos de trabalho escravo e a atuação da Auditoria Fiscal do Trabalho, explicada em entrevista pelo Auditor-Fiscal Renato Bignami, estão na reportagem que pode ser conferida aqui.

 

Mais informações sobre os demais temas abordados pelo programa na matéria abaixo.

 

Com informações do STJ Cidadão.

 

 

STJ Cidadão: justiça mantém na prisão empregadores acusados de explorar trabalho escravo

 

De acordo com o Ministério do Trabalho, nos últimos 15 anos, 40 mil pessoas foram resgatadas de condições de trabalho análogas à escravidão. Essa forma de exploração do trabalhador, muitas vezes com cerceamento da liberdade, é uma violação aos direitos humanos e crime previsto no Código Penal brasileiro. E ele ocorre não só nas fazendas do interior do país, mas também em grandes centros urbanos, como São Paulo. É o que mostra esta semana o STJ Cidadão, o programa de TV do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

 

Numa fábrica de roupas da capital paulista, um casal de coreanos foi preso por submeter operários bolivianos a jornadas e tratamentos desumanos. Os dois tentaram revogar a prisão no STJ. Mas tiveram o pedido negado. Situação semelhante ocorreu com um fazendeiro que pleiteava a liberdade após ser condenado à pena de 14 anos por manter trabalhadores em regime de escravidão. De acordo com o processo, ele teria até mesmo queimado com ferro de marcar gado um trabalhador que reclamou da comida.

 

A edição traz também reportagem sobre a Justiça Militar: por que foi criada e que tipo de crime deve julgar. Mas há casos que suscitam dúvidas. Por exemplo: se um policial militar mata um colega fora de serviço, ele deve ser julgado pela justiça comum ou especializada? Cabe ao STJ decidir esse conflito e estabelecer de quem é a competência para analisar o processo.

 

E mais: sigilo bancário e fiscal. Em que hipóteses a justiça autoriza a violação desses dados? A Constituição brasileira protege o direito à intimidade e à privacidade. Por isso, o acesso a informações bancárias e fiscais só é permitido se bem justificado. E quando há quebra do sigilo sem a devida fundamentação, o fato pode gerar dano moral. Entenda no STJ Cidadão!

 

Para assistir ao vídeo, clique aqui. 

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