Trabalhadores, sindicalistas e autoridades se unem para celebrar o 1º de maio


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
02/05/2011



O Dia 1º de Maio foi comemorado em todos os estados brasileiros por trabalhadores que, uniram-se para celebrar suas conquistas e, ao mesmo tempo, organizar novas jornadas pela ampliação de seus direitos.  A maior das comemorações foi na cidade de São Paulo onde asCentrais Sindicais promoveram o “1° de Maio Unificado”. O ato reuniu as centrais Força Sindical, UGT, CGTB, CTB e NCST, em defesa dos trabalhadores, além de diversas autoridades. 


Apesar de a chuva castigar a cidade de São Paulo e obrigar os organizadores a encurtar o evento - para preservar a segurança e o bem-estar dos trabalhadores - os festejos cumpriram sua finalidade.

A valorização do servidor público foi reivindicada pelos trabalhadores que defenderam  também   a redução de suas jornadas de trabalho para 40h semanais,  o fim do fator previdenciário, a regulamentação  da terceirização, a  reforma agrária,  a política de valorização do salário mínimo,  a igualdade entre homens e mulheres  e  o trabalho decente.

 

O ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi, que representou a presidente Dilma Roussef, ressaltou a geração de 15,5 milhões de empregos e o ganho real de salários.

 

O presidente da Força Sindical e deputado federal (PDT-SP), Paulo Pereira da Silva, defendeu o emprego digno e reafirmou as reivindicações da categoria como a redução da jornada semanal de trabalho, sem redução salarial. Paulinho destacou que a redução da jornada semanal de trabalho tem o potencial de criar cerca de 2 milhões de postos de trabalho, e criticou o uso da terceirização para precarizar as relações de trabalho.  O sindicalista também convocou a classe trabalhadora a intensificar a mobilização para a aprovação de projetos de interesse da categoria no Congresso.

 

O presidente da CTB, Wagner Gomes, explicou as bandeiras unitárias das centrais dizendo que “não podemos ter um país rico e um povo pobre”. 

 

José Calixto, presidente da CNTI, também falou sobre as bandeiras de luta e destacou a redução da jornada e o trabalho decente.

 

A unidade foi citada pelo presidente da CGTB, Antonio Neto: “unidos somos fortes e vamos lutar contra os juros altos porque queremos a geração de empregos”. 

 

Ricardo Patah, presidente da UGT, elogiou a presidente Dilma, mas criticou a distribuição de renda.

Mais detalhes sobre as comemorações do Dia do Trabalhador promovida pelasCentrais Sindicais no “1° de Maio Unificado na cidade de São Paulo”, na matéria abaixo.

 

 

São Paulo (SP): 1 milhão de trabalhadores participam do 1° de Maio unificado, na Barra Funda

 

Dom, 01 de Maio de 2011

Fonte: Assessoria de Imprensa da Força Sindical

 

1 milhão de trabalhadores aprovaram hoje,  na comemoração do 1° de Maio realizado pelas centrais sindicais – Força Sindical, UGT, CTB, CGTB e NCST – na Avenida Marquês de São Vicente, na Barra Funda, as seguintes bandeiras de luta:  redução da jornada de trabalho para 40h semanais, fim do fator previdenciário, regulamentação  da terceirização,  reforma agrária , política de valorização do salário mínimo, igualdade entre homens e mulheres, Trabalho Decente, valorização do  servidor público e educação profissional.

 

A votação foi comandada pelo presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, Paulinho, que explicou aos trabalhadores a importância da unidade das centrais e cada item das bandeiras de lutas.

 

Paulinho disse também que existe um movimento para acabar com a contribuição sindical. “A elite quer acabar com os sindicatos, com o objetivo de tirar os direitos dos trabalhadores”, afirmou.

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, enfatizou que este é o momento de qualificar os trabalhadores, aumentar os salários, reduzir a jornada, acabar com o fim do fator previdenciário e regulamentar a terceirização. O presidente da Câmara entregou a Paulinho um documento criando a Comissão Especial que debaterá na Câmara a regulamentação da terceirização. “Cerramos fileira nestas lutas. Este é o nosso desafio e estaremos juntos no avanço das conquistas”, garantiu.

 

No ato, o ministro Gilberto Carvalho, da secretaria-geral da Presidência da República, leu uma mensagem da presidente Dilma aos trabalhadores. “Em meu governo continuamos a ampliar as oportunidades de trabalho e a reduzir ainda mais as taxas de desemprego”, afirmou a presidente.

 

O governador Geraldo Alckmin, de São Paulo, destacou os compromissos de seu governo com a redução de impostos e geração de empregos, além da qualificação profissional. Para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), “se o Brasil é hoje um país mais justo, este resultado não é obra de um governo ou de partidos, mas obra dos trabalhadores”. Ele defendeu a luta contra a desindustrialização que assusta a todos.

 

O ministro Carlos Lupi, do Trabalho, que representou a presidente Dilma, ressaltou a geração de 15,5 milhões de empregos. “Geramos empregos e ganho real de salários”, disse.

O presidente do PPS, Roberto Freire, exaltou a unidade entre as centrais. O deputado Roberto Santiago (PV-SP) declarou que o seu partido apoia a pauta dos trabalhadores e espera que os trabalhadores conquistem suas reivindicações até o final do ano. Já José Ortiz, da Federação Sindical Mundial, saudou a unidade das centrais sindicais brasileiras.

 

O prefeito Gilberto Kassab declarou que os trabalhadores fizeram do Brasil uma grande Nação.

Representando os movimentos sociais, João Paulo, do MST, destacou a luta dos trabalhadores para conquistar seus reivindicações.

 

O presidente da CTB, Wagner Gomes, explicou as bandeiras unitárias das centrais dizendo que “não podemos ter um país rico e um povo pobre”.  José Calixto, presidente da CNTI, também falou sobre as bandeiras de luta e destacou a redução da jornada e o Trabalho Decente. A unidade foi citada pelo presidente da CGTB, Antonio Neto: “unidos somos fortes e vamos lutar contra os juros altos porque queremos a geração de empregos”.  Ricardo Patah, presidente da UGT, elogiou a presidente Dilma, mas criticou a distribuição de renda.

 

Fonte: Força Sindical

 

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