Servidores públicos em dia de manifestações e paralisações nesta quarta-feira (13)


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
12/04/2011



Entidades sindicais, entre elas o SINAIT, que representam várias categorias do serviço público federal vão se mobilizar para reivindicar melhorias salariais e novas contratações nesta quarta-feira, 13, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Um grupo de sindicalistas deverá ser recebido pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para tentar dar início a uma rodada de negociações.

 

Entre os pleitos estão: cumprimento de acordos firmados com o Governo, paridade entre ativos, aposentados e pensionistas, definição de data-base (1º de maio), política salarial permanente com reposição inflacionária e valorização do salário base, incorporação das gratificações e direito de greve irrestrito.

 

Já os servidores dos Tribunais de Justiça vão paralisar as atividades para reduzir a jornada de trabalho.

 

Mais informações nos jornais Correio Braziliense e Valor Econômico.

 

08/4/2011

Blog do Servidor /Correio Braziliense

 

Encontro com Miriam

 

Ao que tudo indica, os representantes de 25 entidades de classe que organizam uma manifestação para a próxima quarta-feira, 13 de abril, na Esplanada dos Ministérios em busca de melhorias salariais e novas contratações não precisarão ficar acampados muito tempo. O Ministério do Planejamento informou ao Blog do Servidor que a líder da pasta, Miriam Belchior, receberá as categorias no período da tarde. As possibilidades de negociações são mínimas, mas os sindicalistas poderão, ao menos, ser ouvidos.

 

12/04/2011

Valor Econômico

 

Servidores param amanhã

 

Os servidores dos Tribunais de Justiça (TJs) de todo o país prometem cruzar os braços amanhã para tentar negociar uma redução da jornada de trabalho. A paralisação nacional de um dia foi marcada em novembro, depois de a categoria entregar uma pauta de reivindicações ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O órgão elevou, por meio de resolução, a carga horária de seis horas - regime ainda utilizado por algumas Cortes - para oito horas diárias, com a possibilidade de adoção de um período de sete horas por dia, desde que ininterruptas.

 

Os trabalhadores também querem sensibilizar deputados federais para a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 190, de 2007, que permitiria ao Supremo Tribunal Federal (STF) propor ao Congresso Nacional um estatuto geral para os servidores do Judiciário. Vários pedidos de inclusão do projeto na pauta do plenário da Câmara Federal foram protocolados desde que o texto foi aprovado por uma comissão especial em abril do ano passado. A proposta foi apresentada pelo ex-deputado Flávio Dino (PCdoB-MA).

 

A paralisação nos Estados - que coincidirá com manifestações de servidores federais em Brasília - deve incluir campanhas solidárias, como doação de sangue, e panfletagem. Os servidores querem uma jornada de seis horas diárias para todo o país, mas defendem 12 horas de atendimento ininterrupto ao público, em dois turnos de trabalho, segundo o diretor de comunicação da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados (Fenajud), Josafá Ramos. A entidade apoia a padronização do expediente do Judiciário, determinada recentemente pelo CNJ, mas teme um aumento na carga horária dos trabalhadores.

 

O conselho aprovou no fim de março uma alteração na polêmica Resolução nº 88, de 2009, que elevou a carga de trabalho dos servidores e gerou uma multiplicidade de horários de atendimento no Judiciário. Alguns tribunais adotaram a jornada de sete horas ininterruptas e só abrem suas portas pela manhã, normalmente até 14h. Outros, só à tarde. Agora, com a determinação do CNJ, que ainda depende de publicação em diário oficial, haverá um expediente único: das 9h às 18h.

 

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