Chacina de Unaí – Imprensa acompanha passo a passo do julgamento


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
29/08/2013



O julgamento dos três réus Erinaldo de Vasconcelos Silva, Rogério Alan Rocha Rios e William Gomes de Miranda, acusados de envolvimento direto na execução dos Auditores-Fiscais do Trabalho Eratóstenes, João Batista e Nelson e do motorista Ailton, está sendo acompanhado por jornalistas de veículos locais e nacionais. 


As notícias podem ser acompanhadas praticamente em tempo real, nos portais de notícias e twitters, favorecidas pela internet móvel, computadores portáteis e telefones celulares. 


Veja algumas das notícias veiculadas nesta quarta-feira, 28 de agosto: 


MG TV 2ª edição – 28-8-2013


Réu da chacina de Unaí afirma que fazendeiro Norberto Mânica foi mandante do crime


http://globotv.globo.com/rede-globo/mgtv-2a-edicao/t/edicoes/v/reu-da-chacina-de-unai-afirma-que-fazendeiro-norberto-manica-foi-mandante-do-crime/2788341/ 


MG TV 1ª edição – 28-8-2013


Recomeça julgamento de acusados da morte de quatro pessoas em Unaí


http://globotv.globo.com/rede-globo/mgtv-1a-edicao/t/edicoes/v/recomeca-julgamento-de-acusados-da-morte-de-quatro-pessoas-em-unai/2787691/ 


G1 MG


http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2013/08/reu-delator-aponta-norberto-manica-como-mandante-da-chacina-de-unai.html 


G1 MG


http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2013/08/testemunhas-sao-ouvidas-no-1-dia-de-julgamento-da-chacina-de-unai.html 


Rádio CBN


MG: julgamento de três acusados da chacina do Unaí será retomado nesta manhã


http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/policia/2013/08/28/MG-JULGAMENTO-DE-TRES-ACUSADOS-DA-CHACINA-DO-UNAI-SERA-RETOMADO-NESTA-MANHA.htm 


Rádio CBN


Julgamento de três acusados da Chacina de Unái começa em BH


http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/policia/2013/08/27/JULGAMENTO-DE-TRES-ACUSADOS-DA-CHACINA-DE-UNAI-COMECA-EM-BH.htm#ixzz2dJAJC2mU 


28-8-2013 – R7


http://noticias.r7.com/minas-gerais/depoimento-de-reu-da-chacina-de-unai-pode-incriminar-mandantesnbsp-28082013 


28-8-2013 – Portal Hoje em Dia


Empresário incrimina Norberto Mânica como mandante da "Chacina de Unaí" 


Thaís Mota e Amanda Paixão* - Hoje em Dia  


Em depoimento à Justiça Federal, o empresário Hugo Alves Pimenta afirmou na tarde desta quarta-feira (28) que o fazendeiro Norberto Mânica, conhecido como o “Rei do Feijão”, foi o mandante do assassinato de quatro servidores do Ministério do Trabalho – três fiscais e um motorista – no Noroeste de Minas, no crime conhecido como "Chacina de Unaí". 


O depoimento de Pimenta já era esperado como uma estratégia da defesa para que o empresário, que também responde pela execução dos auditores fiscais, seja beneficiado com o recurso de delação premiada e tenha sua pena reduzida, em caso de condenação. O réu é acusado de ser um dos intermediários para que os fiscais fossem assassinados durante uma fiscalização de rotina nas fazendas de Unaí.  


Nesta sessão do tribunal do júri, estão sendo julgados Rogério Alan Rocha Rios, William Gomes de Miranda e Erinaldo de Vasconcelos Silva (vulgo Júnior). Eles respondem pelos crimes de homicídio qualificado e formação de quadrilha, sendo que Erinaldo responde ainda por receptação. Já os demais acusados de participação no crime devem ser julgados no dia 17 de setembro. Apenas o fazendeiro e ex-prefeito, Antério Mânica, irmão de Norberto Mânica, ainda não teve o julgamento marcado. 


Pela manhã foram ouvidos o chefe da Divisão de Homicídios de Belo Horizonte, Wagner Pinto, e o investigador que trabalhou durante o processo em Unaí, João Alves de Miranda. Segundo os depoentes, todas as provas colhidas durante o inquérito indicam que os assassinos tinham a intenção de matar quando chegaram ao local do crime, e não de roubar, como foi argumentado pela defesa.  


Entenda o caso


Em 28 de janeiro de 2004, os três fiscais do Trabalho Eratóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares e Nelson José da Silva e o motorista Aílton Pereira de Oliveira foram emboscados em uma estrada de terra, próxima de Unaí, enquanto faziam visitas de rotina a propriedades rurais. O carro do Ministério do Trabalho foi abordado por homens armados que mataram os fiscais à queima-roupa, atados aos cintos de segurança. A fiscalização visitava a região por conta de denúncias sobre trabalho escravo. 


Apenas nove anos depois, o caso está pelo Tribunal do Júri, em razão, principalmente, dos recursos interpostos por alguns dos acusados. Em fevereiro de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a remessa imediata dos autos à Seção Judiciária de Minas Gerais para julgamento dos réus presos. O processo chegou à 9ª Vara Federal de Belo Horizonte no mês de maio. No entanto, em janeiro deste ano, a juíza declarou-se incompetente para a condução do processo. 


*Com informações de Carlos Calaes 


28-8-2013 – Portal Hoje em Dia


Após depoimentos de delegado e investigador, julgamento da "Chacina de Unaí" é retomado  


Duas testemunhas foram ouvidas, na manhã desta quarta-feira (28), segundo dia de julgamento dos acusados de matar quatro servidores do Ministério do Trabalho – três fiscais e um motorista – no Noroeste de Minas, caso que ficou conhecido como "Chacina de Unaí".  


Um delas, o chefe da Divisão de Homicídios de Belo Horizonte, Wagner Pinto, ressaltou que todas as provas indicam que os assassinos tinham a intenção de matar quando chegaram ao local do crime, e não de roubar, como foi argumentado pela defesa. Além do delegado, a Justiça também ouviu João Alves de Miranda, investigador que trabalhou durante o processo em Unaí e que confirmou o depoimento do delegado. 


A sessão foi retomada no início desta tarde, após uma hora de intervalo. A expectativa é que nas próximas horas, um dos réus, o cerealista Hugo Alves Pimenta, convocado para ser ouvido no júri, fale sua versão, incriminando, inclusive, o fazendeiro Norberto Mânica, conhecido como o “Rei do Feijão”. 


Em contrapartida, a defesa de Pimenta deve negociar um benefício, em busca de uma delação premiada e da redução de pena – em caso de condenação. O advogado do cerealista, Lúcio Adolfo, reconhece a possibilidade de uma manobra nesse sentido, mas se limita a dizer que seu cliente vai “falar a verdade”. 


Pimenta foi arrolado como testemunha de acusação, mas como é um dos réus, será ouvido na condição de informante, já que não tem compromisso com a verdade.  


Mandantes também serão julgados


O crime ocorreu no dia 28 de janeiro de 2004, na cidade de Unaí (MG). Rios, Silva e Miranda estão detidos desde julho de 2004.


Segundo a Justiça Federal em Minas Gerais, outros quatro réus devem começar a ser julgados no dia 17. Os fazendeiros Norberto Mânica e os empresários Hugo Alves Pimenta e José Alberto de Castro são acusados de homicídio qualificado. Eles teriam participado do crime como mandantes e intermediários. 


Norberto também responde pelos crimes de resistência e frustração de direitos trabalhistas. Já Humberto Ribeiro dos Santos é acusado de formação de quadrilha.


 A Justiça ainda precisa marcar a data do julgamento do fazendeiro Antério Mânica, irmão de Norberto e acusado de ser um dos mandantes do crime. Apontado como um dos maiores produtores de feijão do País, Antério Mânica foi eleito prefeito de Unaí poucos meses após o crime e reeleito em 2008. O nono réu, Francisco Elder Pinheiro, acusado de ter contratado os pistoleiros, morreu em janeiro deste ano, aos 77 anos. 


 Antes mesmo de serem julgados, os irmãos Mânica esperam penas mais leves, uma vez que a juíza da 9ª Vara Criminal da Justiça Federal de BH, Raquel Vasconcelos Alves de Lima, decretou a prescrição de dois crimes imputados a eles em razão da demora da Justiça em concluir o processo.  


Entenda o caso


Em 28 de janeiro de 2004, os três fiscais do Trabalho Eratóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares e Nelson José da Silva e o motorista foram emboscados em uma estrada de terra, próxima de Unaí, enquanto faziam visitas de rotina a propriedades rurais. O carro do Ministério do Trabalho foi abordado por homens armados que mataram os fiscais à queima-roupa, atados aos cintos de segurança. A fiscalização visitava a região por conta de denúncias contra trabalho escravo. 


Nove anos depois, o caso ainda não foi a julgamento pelo Tribunal do Júri, em razão, principalmente, dos recursos interpostos por alguns dos acusados. Em fevereiro de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a remessa imediata dos autos à Seção Judiciária de Minas Gerais para julgamento dos réus presos. O processo chegou à 9ª Vara Federal de Belo Horizonte no mês de maio. No entanto, em janeiro deste ano, a juíza declarou-se incompetente para a condução do processo. 


28-8-2013 – Portal Hoje em Dia


Por benefício, réu da chacina de Unaí deve acusar "Rei do Feijão" 


Alessandra Mendes - Hoje em Dia


Mais do que definir o futuro dos acusados pelas mortes de três auditores fiscais e um motorista do Ministério do Trabalho e Emprego, caso que ficou conhecido como Chacina de Unaí, o julgamento dos apontados como executores pode respingar nos suspeitos de mando.


Um dos réus, o cerealista Hugo Alves Pimenta, convocado para ser ouvido no júri que começou ontem na Justiça Federal em BH, deve falar hoje sua versão, incriminando, inclusive, o fazendeiro Norberto Mânica, conhecido como o “Rei do Feijão”.


Em contrapartida, a defesa de Pimenta deve negociar um benefício, em busca de uma delação premiada e da redução de pena – em caso de condenação. O advogado do cerealista, Lúcio Adolfo, reconhece a possibilidade de uma manobra nesse sentido, mas se limita a dizer que seu cliente vai “falar a verdade”. ‍


Ele não tem participação no crime e foi envolvido por conhecer os Mânica. A ligação surgiu a partir de um recibo encontrado em uma sala de sua empresa, que não prova nada. Ele foi muito prejudicado”, garante o defensor. O irmão de Norberto, Antério Mânica, é outro acusado de mandar matar os fiscais do trabalho.


Pimenta foi arrolado como testemunha de acusação. O júri dele está marcado para setembro. No julgamento que começou ontem, com duração prevista de três dias, sentaram no banco dos réus William Miranda, que confessou ter sido contratado para dirigir o carro que transportou os pistoleiros ao local do crime, Erinaldo Silva, que teria matado três das quatro vítimas, e Rogério Rios, apontado como o assassino do quarto trabalhador.


Nos autos do processo, há filmagens dos três assumindo terem sido contratados para a chacina.


Nomes
Os auditores fiscais Nélson José da Silva, João Batista Soares Lage, Eratóstenes de Almeida Gonçalves e o motorista Aílton Pereira de Oliveira foram executados quando fiscalizavam produtores rurais no Noroeste de Minas. O grupo já havia recebido ameaças por causa das autuações contra os fazendeiros.


O Ministério Público Federal não descarta a possibilidade de usar elementos explorados neste primeiro julgamento para atestar a culpa dos futuros acusados a ir ao banco dos réus. “Provas e depoimentos apresentados aqui podem ser valiosos para o próximo”, diz a procuradora da República Miriam Moreira Lima.


Até as 20 horas da última terça-feira (27), testemunhas arroladas por defesa e acusação ainda eram ouvidas. Ao todo, 22 pessoas foram convocadas a comparecer ao tribunal para dar esclarecimentos.


Outros três acusados, além de Hugo Pimenta, vão a julgamento no dia 17 de setembro: Norberto Mânica, José Alberto de Carvalho e Humberto dos Santos. O único júri ainda não definido é o de Antério Mânica. 


28-8-2013 – Estado de Minas


CHACINA DE UNAí » Passado de crimes complica réus  


Delegado diz que acusados de serem os pistoleiros faziam parte de quadrilha especializada em assaltos e assassinatos  


Maria Clara Prates e Leonardo Augusto 


O delegado federal Antônio Celso dos Santos, responsável pela apuração da Chacina de Unaí – crime no qual foram mortos quatro servidores do Ministério do Trabalho, em janeiro de 2004 – não deixou dúvidas sobre a participação dos réus Erinaldo de Vasconcelos Silva, Rogério Alan Rocha Rios e Willian Gomes de Miranda. De acordo com Santos, os acusados, antes mesmo do crime já pertenciam a uma quadrilha especializada em assaltos, furtos e pistolagem, que atuava em vários estados do país, como Minas Gerais, Bahia, Goiás e Espírito Santo. Segundo Santos, arrolado como testemunha de acusação e sabatinado pelos advogados por cerca de cinco horas, todos confessaram sua participação. A confissão se sustenta no depoimento de testemunhas e no cruzamento de ligações telefônicas entre os acusados, antes e depois do assassinato do grupo.


Antes mesmo do início do julgamento, familiares das vítimas e seus colegas de trabalho que acompanhavam a sessão, ouviram da procuradora da República Mirian Moreira Lima – responsável pelos trabalhos de acusação –, a notícia esperada por todos: a marcação do julgamento de um dos acusados de ser mandante do crime, o fazendeiro Norberto Mânica, conhecido como o Rei do Feijão. Mânica será julgado em sessão no dia 17, sob a acusação de ter encomendado as mortes em razão de multas milionárias aplicadas contra ele por descumprimento à lei trabalhista. O julgamento do irmão do fazendeiro, o político Antério Mânica (PSDB), e de outros três acusados, deve acontecer até o fim de setembro. “É preciso condenar os mandantes, que são os verdadeiros interessados na morte do nosso pessoal. Os três julgados hoje (ontem) são réus confessos”, disse Carlos Calazans, ex-delegado regional do Trabalho.


Lentidão
A sessão de julgamento, que teve início pela manhã, se desenrolou a passos lentos. O advogado Sérgio Moutinho, responsável pela defesa de Rogério Santos, transformou seu direito de perguntar em espaço de apresentação de teses para absolvição. Exibiu trechos de depoimentos, documentos, telefonemas interceptados, para tentar demonstrar aos jurados as falhas da investigação policial. A sensação que prevaleceu, no entanto, foi de que a tentativa da defesa se transformou num tiro no pé, já que foram exibidos aos jurados vários trechos do depoimento do também réu Humberto Ribeiro dos Santos – acusado de tentar dificultar o trabalho policial –, que revelou a participação dos três acusados. Moutinho, no entanto, prometeu um surpresa com o depoimento de um álibi para o acusado de ser pistoleiro.


A expectativa é de que o júri – formado por cinco mulheres e três homens – só chegue a um veredicto na sexta-feira, depois de serem ouvidas 15 testemunhas de acusação, três de defesa e os réus. Só depois da leitura das peças, vão começar os debates entre acusação e defesa. A lentidão dos trabalhos não incomoda os que defendem a punição. “Nossa expectativa é de que finalmente vamos conseguir Justiça nesse caso. São longo nove anos em que o sindicato vem se manifestando. Tivemos audiências com presidentes do Supremo e do Superior Tribunal de Justiça, sempre reivindicando o fim da impunidade. O que aconteceu em Unaí foi um ataque ao Estado brasileiro, que precisa dar resposta ao crime, que é usado até hoje para intimidação por empregadores em todo o país”, afirmou a presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), Rosângela Rassy.


28-8-2013 – R7


Depoimento de réu da "Chacina de Unaí" pode incriminar mandantes 


Expectativa da acusação é que Hugo Pimenta, réu do caso, aponte responsáveis pelo crime


Do R7 MG com Record Minas


Um dos acusados de envolvimento no crime que ficou conhecido como "Chacina de Unaí" pode incriminar nesta quarta-feira (28) o "Rei do Feijão" Norberto Mânica como mandante da morte de três auditores fiscais e um motorista na cidade de Unaí, há 600km de Belo Horizonte.


Hugo Pimenta deve prestar depoimento como testemunha de acusação neste 2º dia do júri popular de três outros réus: os pistoleiros Rogério Alan Rocha Rios e Erinaldo de Vasconcelos e o motorista William Gomes de Miranda.


Pimenta é investigado por intermediar o crime entre mandantes e quadrilha. A expectativa da acusação é que ele entregue o nome do empresário para conseguir uma redução de pena em caso de condenação. A delação premiada foi ventilada por sua defesa na sessão de ontem.


Os trabalhos no prédio da Justiça Federal devem durar até sexta-feira (30). Os depoimentos das testemunhas começaram no final da tarde de ontem (27). No total, 18 pessoas devem ser ouvidas. Hoje, o delegado Wagner Pinto, chefe da Divisão de Homicídios de Belo Horizonte ressaltou que todas as provas indicam que os assassinos já tinham a intenção de matar quando chegaram ao local do crime, e não de roubar, como vem sendo argumentado pela defesa dos pistoleiros, como forma de livrar Antério e Norberto Mânica. Um investigador que trabalhou durante o processo em Unaí confirmou o depoimento do delegad o, alegando que, entre outras provas, interceptações telefônicas comprovam a denúncia.


Primeiro dia


Sob pedidos de "justiça" e frases de protesto, teve início por volta de 10h de ontem (27) o julgamento de três acusados de envolvimento no caso conhecido como "Chacina de Unaí". Os réus foram recebidos por um grupo de auditores que protestavam em frente ao prédio da Justiça Federal.


O Sinait (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho) organizou um ato público em frente ao tribunal, que teve apoio do Sindifisco/MG (Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais) e da AAFIT-MG (Associação dos Auditores Fiscais do Trabalho de Minas Gerais).


O crime


No dia 28 de janeiro de 2004, os fiscais do trabalho Eratóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares e Nelson José da Silva e o motorista Aílton Pereira de Oliveira foram vítimas de uma emboscada em uma estrada de terra em Unaí, no noroeste de Minas. As vítimas foram mortas a tiros no momento em que faziam uma fiscalização de rotina na zona rural da cidade, localizada a cerca de 500 km da capital mineira.


Norberto Mânica é acusado de ser o mandante da chacina e Francisco Elder Pinheiro, que já faleceu, era apontado como o responsavél por ter contratado os pistoleiros que balearam os fiscais. 


28-8-2013 - R7


Articulador da "Chacina de Unai" afirma que Norberto Mânica mandou matar auditores e motorista


Empresário Hugo Pimenta, que teria pago R$ 45 mil pelas mortes, busca delação premiada 


Enzo Menezes, do R7 MG 


Homens apontados como executores são julgados em Belo Horizonte após nove anosRecord Minas


O empresário Hugo Alves Pimenta, um dos réus da "Chacina de Unaí", apontou o "Rei do Feijão" Norberto Mânica como mandante da morte de três auditores fiscais e um motorista em uma de suas propriedades em 2004. O cerealista afirmou em julgamento, na tarde desta quarta-feira (28), que viu Mânica dizer a Francisco Pinheiro para "torar todo mundo" (matar). Francisco, que faleceu em janeiro, é quem teria contratado os pistoleiros. O empresário, que evitou falar em Antério Mânica, irmão de Norberto e ex-prefeito da cidade, busca a delação premiada como estratégia para ser inocentado ou, pelo menos, ter a pena diminuída. Em seguida, se recusou a responder as perguntas dos advogados de defesa.


Leia mais notícias no R7 Minas Pimenta foi chamado pelo Ministério Público Federal para depor na condição de informante no julgamento dos homens apontados como pistoleiros e o motorista que os levou até o local do crime. Ele será julgado no dia 17 de setembro. São julgados nesta semana os pistoleiros Rogério Alan Rocha Rios, Erinaldo de Vasconcelos Silva e o motorista William Gomes de Miranda.


Participação Segundo a denúncia, o cerealista Hugo Alves Pimenta teria pago R$ 45 mil, por ordem dos irmãos Mânica, pelas quatro mortes. Ele chegou a ser preso, mas desde 2007 está em liberdade condicional. 


Ontem foram ouvidas oito testemunhas e duas viúvas das vítimas. Para a tarde desta quarta-feira (28) são aguardadas quatro testemunhas de defesa, entre elas o irmão de Rogério Rios.


Jornal do Tocantins


Informante acusa fazendeiro como mandante de chacina


http://www.jornaldotocantins.com.br/20130828123.195660#28ago2013/politica-195660/ 


Diário do Sudoeste


Réu confirma ordem de fazendeiro na chacina de Unaí e espera benefício


http://www.diariodosudoeste.com.br/noticias/politica/7,35675,28,08,reu-confirma-ordem-de-fazendeiro-na-chacina-de-unai-e-espera-beneficio.shtml 


Correio Braziliense


http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,12/2013/08/28/interna_brasil,384966/testemunhas-reforcam-acusacoes-aos-reus-no-julgamento-da-chacina-de-unai.shtml 


Estadão


http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,informante-acusa-fazendeiro-como-mandante-de-chacina,1068841,0.htm 


O Tempo on line


Hugo Pimenta confirma que fazendeiro ofereceu dinheiro para que pistoleiros confessassem o crime


http://www.otempo.com.br/cidades/hugo-pimenta-confirma-que-fazendeiro-ofereceu-dinheiro-para-que-pistoleiros-confessassem-o-crime-1.704456 


O Tempo


http://www.otempo.com.br/cidades/confiss%C3%A3o-de-acusados-foi-comprada-1.704102 


A Tarde


Informante acusa fazendeiro como mandante de chacina


http://atarde.uol.com.br/politica/materias/1529436-informante-acusa-fazendeiro-como-mandante-de-chacina

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