O Auditor-Fiscal do Trabalho Carlos Alberto de Oliveira, da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Rio de Janeiro – SRTE/RJ, faz um alerta para a sensação de solidão e incerteza que acompanham os representantes da categoria durante uma ação fiscal. O assunto é colocado em evidência após um Auditor-Fiscal de Novo Hamburgo (RS) ter sido agredido covardemente, no início do mês, numa fiscalização.
O ataque ao representante do Estado é uma mácula imperdoável ao sistema público, uma vez que outros Auditores-Fiscais já foram ameaçados e também mortos, como os da Chacina de Unaí (MG), na execução de suas funções.
Atualmente, segundo o artigo, o contingente policial é destacado, apenas em operações rurais, medida que, na opinião dele, deveria ser revista e implementada também nas inspeções em áreas urbanas.
Para o Auditor-Fiscal Carlos Alberto, todos os empenhos dos órgãos envolvidos, devem ser tomados para que os agentes públicos desempenhem suas atividades sem se sentirem acuados e desprotegidos no desempenho de suas funções.
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