O artigo que reproduzimos, de autoria do coordenador da ONG Repórter Brasil, Leonardo Sakamoto, faz uma análise sobre todo o processo que manteve viva a escravidão no Brasil, mesmo que maquiada. O autor faz uma correlação da escravidão atual com a da Antiguidade clássica e a do Brasil Colônia, as quais guardam similaridades quanto ao tratamento desumano, a restrição à liberdade e o processo de “coisificação”.
Ele cita o ano de 1995, quando o sistema de combate ao trabalho escravo contemporâneo foi criado pelo governo federal, isto é, o Grupo Especial Móvel de Fiscalização, que, até hoje, já libertou mais de 44 mil pessoas de condições análoga à de escravo.
Segundo o autor, muito dessa situação se deve à falta de limitações na aquisição de matéria-prima e na criação de mercados na busca desenfreada pela capitalização e garantia de maior concorrência.
Ele lembra que esse cenário “não se trata da falta de modernização dos antigos modos de produção arcaicos que sobreviveram provisoriamente à introdução do capitalismo”, mas, segundo ele, o próprio capital utiliza a prática como um instrumento em seu processo.
Leia o artigo, na íntegra, na área de Mídia – Artigos Externos. Vale a pena!