Por Dâmares Vaz
Edição: Nilza Murari
O jornal Metrópoles, de Brasília, publica nesta quinta-feira, 19 de julho, a reportagem Auditor-fiscal do trabalho: carreira atua no limite, apontando o enfraquecimento da Fiscalização do Trabalho e os efeitos sobre áreas sociais importantes, como o combate ao trabalho escravo e infantil e à informalidade, além da prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.
O jornal aponta que o quadro ideal de Auditores-Fiscais do Trabalho seria de 5 mil, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho – OIT, mas que hoje o quadro é composto por 2.350 ativos, sendo 1.309 cargos vagos. Informa ainda que a categoria aguarda há mais de dois anos a regulamentação do Bônus de Eficiência, que é a conclusão do acordo salarial firmado em 2015.
“O quantitativo de profissionais é o menor em 20 anos e os números de fiscalizações caíram, ameaçando as relações de trabalho. No último ano, o INSS registrou cerca de 700 mil casos de acidente de trabalho, 12,5% a mais do que em 2014. A quantidade de trabalhadores em situação análoga à escravidão também aumentou. Foram resgatadas 565 pessoas no ano passado, metade do que ocorreu dois anos antes, segundo dados estatísticos do MTE”, afirma trecho da matéria.
O texto completo pode ser conferido aqui.