“O Trabalho infantil: ainda uma triste realidade, mas que tem melhorado” é um artigo publicado pelo Jornal de Piracicaba, em São Paulo, de autoria da professora e pesquisadora que desenvolveu vários trabalhos para a Organização Internacional do Trabalho – OIT no Brasil e América Latina sobre o trabalho infantil, Ana Lúcia Kassouf, e da economista Natália Zancan.
O artigo mostra dados da Organização Internacional do Trabalho - OIT sobre o trabalho infantil, que dão conta de que, em 2008, 215 milhões de crianças entre 5 e 17 anos trabalhavam no mundo. Na América Latina e Caribe 10% das suas crianças de 5 a 17 anos desempenhavam atividades perigosas.
No Brasil, a Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar – PNAD, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, relata que, em 2009, havia cerca de 2 milhões de crianças entre 5 e 15 anos trabalhando no país.
Esses são alguns dos dados apresentados pelas autoras que circunstanciam de maneira clara e objetiva os meandros sociais que perpetuam o trabalho infantil no Brasil e no Mundo.
No entanto, segundo as autoras, é uma realidade em transição, em função da criação de programas sociais, com ações de transferência de renda, que contribui para tirar as famílias da situação de extrema pobreza. A Fiscalização do Trabalho também exerce seu papel nesta rede de proteção à criança e ao adolescente.
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