O título sugere uma comemoração, mas, logo nas primeiras linhas do texto, o leitor vai perceber que trata-se, na verdade, de uma ironia do autor, o Auditor-Fiscal do Trabalho José Carlos Batista (ES), que constata que a escravidão ainda existe no país e no mundo por meio do trabalho infantil, de condições degradantes, inseguras e insalubres nos ambientes de trabalho, nas longas e extenuantes jornadas de trabalho.