Oficinas: Sinait encerra primeiras avaliações da nova metodologia de trabalho da fiscalização


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
10/08/2011



A presidente do Sinait Rosângela Rassy participou nesta quarta-feira, 10, do encerramento das primeiras oficinas promovidas pela entidade para avaliar a nova metodologia de trabalho dos Auditores-Fiscais do Trabalho. O novo método foi instituído pela Portaria n° 546/2010 do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. Esta é a primeira vez que o AFT tem a possibilidade de fazer uma avaliação técnica,  da implantação da nova forma de atuação da fiscalização.


Ao agradecer a participação dos Auditores-Fiscais do Trabalho nestes dois dias de oficinas, Rosângela disse que o esforço está sendo em conjunto por uma Fiscalização do Trabalho qualificada e eficiente. “Estamos lutando pela preservação da Inspeção do Trabalho com qualidade. A questão da especialização na carreira, por exemplo, é uma bandeira do Sinait e vamos lutar pela sua volta”.

 

Os participantes das Oficinas solicitaram à presidente do Sinait que seja encaminhado aos Delegados Sindicais do Sinait, em cada Estado, as proposições feitas e aprovadas nesses dois dias de trabalho, para que elas norteiem as ações a serem previstas no próximo planejamento de fiscalização que deverá ser concluído em setembro de 2011. A Presidente esclareceu que o relatório das Oficinas será concluído durante o 29º Enafit, em Plenária programada para o dia 14 de setembro.     

 

Participaram desses dois primeiros dias de oficinas os Auditores-Fiscais do Trabalho das regiões Norte, Centro-Oeste e Sul. Nesta quinta-feira, 11, começam as oficinas voltadas para os que atuam nas regiões Nordeste e Sudeste. Os encontros vão até a sexta-feira, 12.

 

Enafit - Rosângela Rassy aproveitou a ocasião para convidar os presentes a participarem do Encontro, a ser realizado em Maceió/Al, no período de 11 a 16 de setembro de 2011. Segundo ela, o Enafit vai tratar de outros temas que demandam uma discussão e posicionamento da categoria como a mediação coletiva de trabalho, que está sendo retirada das atribuições da Auditoria Fiscal do Trabalho e delegada aos servidores administrativos. “Não podemos deixar, que por falta de Recursos Humanos, o MTE use de medidas paliativas para retirar atribuições dos Auditores-Fiscais do Trabalho”, concluiu.

 



 

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