14-7-2011 - Sinait
Um projeto de lei que prevê a criação do certificado “Parceiros da Ressocialização”, para empresas que contratarem ex-presidiários, foi aprovado na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados.
O autor do PL 709/11, deputado Weliton Prado (PT/MG) também propõe que o certificado, que deverá ser concedido pelo Poder Executivo, se estenda a sentenciados sob cautela da Justiça.
O relator do projeto, deputado José Augusto Maia (PTB/PE) deu parecer favorável à matéria por considerar que poderá diminuir o número de crimes. O PL ainda será apreciado pelascomissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Mais informações na matéria da Agência Câmara.
13-7-2011 - Agência Câmara
Comissão aprova projeto que incentiva contratação de ex-presos
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 709/11, do deputado Weliton Prado (PT-MG), que institui o certificado Parceiros da Ressocialização, a ser concedido às empresas que contratarem egressos do sistema prisional e sentenciados sob a cautela da Justiça, de acordo a Lei de Execução Penal (7.210/84).
Pela proposta, o certificado será concedido pelo Poder Executivo em solenidade a ser realizada anualmente, na primeira quinzena de maio. A empresa que receber o certificado poderá utilizá-lo na divulgação de seus produtos e serviços.
O relator, deputado José Augusto Maia (PTB-PE), disse que o projeto contribui para a redução do número de crimes.
"Do ponto de vista estritamente econômico, tal medida contribuirá para a redução dos custos relacionados à violência. Tal custo, segundo estudo de 2004 do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), representou 10,5% do Produto Interno Bruto (PIB) de 1997. Julgamos, pois, que a economia que a medida proposta pelo projeto em tela proporciona à sociedade brasileira em muito compensa eventuais custos para a implantação da norma", afirmou.
Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta: