Mais de cinco mil pessoas são esperadas para o Fórum Mundial de Direitos Humanos


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
25/10/2013



Brasília será sede do Fórum Mundial de Direitos Humanos que será realizado de 10 a 13 de dezembro. A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República – SDH, que organiza o evento em parceria com organizações, entidades e instituições da área, espera a presença de cinco mil pessoas. As inscrições vão até o dia 9 de dezembro.


Além de discussões sobre violações e avanços dos direitos humanos, o Fórum também contará com uma Feira do Livro. As inscrições para editoras e outros interessados que queiram participar vão até o dia 31 de outubro. Também será montado um acampamento no Pavilhão do Parque da Cidade Sarah Kubitscheck para o Fórum. Os participantes que quiserem ocupar as vagas podem se inscrever até o dia 25 de outubro.


Entre os temas que serão debatidos em mesas redondas e conferências estão a participação social, o respeito às diferenças, redução de desigualdades e enfrentamento de violações. Durante audiência pública na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados sobre o evento, nesta terça-feira, 23 de outubro, a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, afirmou que um dos focos do Fórum é ampliar a discussão sobre Direitos Humanos na sociedade sob o ângulo “o caminho para a paz e o respeito à autodeterminação dos povos”.


“Os Direitos Humanos no Mundo do Trabalho” farão parte do Eixo Temático II “A universalização de direitos humanos em um contexto de vulnerabilidades”. O objetivo é discutir a precarização das relações humanas diante da crise do modelo econômico. A situação dos trabalhadores no campo e na cidade, o desemprego, as condições de saúde e segurança laborais, o trabalho infantil e o trabalho escravo, entre outros temas, serão analisados.


A segurança pública também fará parte dos debates. A ministra citou os casos do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, supostamente torturado e morto por policiais militares na Unidade de Polícia Pacificadora – UPP, na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro que está sendo investigado. Também da missionária Dorothy Stang, morta por pistoleiros no interior do Pará por defender a reforma agrária. No caso da religiosa, um dos mandantes passará por um terceiro julgamento e o executor do crime, Rayfran das Neves Sales está em prisão domiciliar.


As inscrições podem ser feitas aqui.


Clique aqui para conferir o site do evento.                                                                                               


Com informações da Agência Brasil. Leia mais aqui.


 

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