O impasse em relação aos Embargos e Interdições realizados pelos Auditores-Fiscais do Trabalho do Grupo Móvel de Auditoria de Condições de Trabalho em Obras de Infraestrutura – GMAI e da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Paraná - SRTE/PR entra em nova etapa. O Ministério Público do Trabalho - MPT analisa a apresentação de um pedido judicial de embargo das obras da Arena da Baixada no Estado. O pedido tomará como base o relatório do GMAI do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, que contou com a participação de Auditores-Fiscais da SRTE/PR, e registrou 208 autos de infração durante inspeção no estádio, entre os dias 16 e 27 de setembro.
O GMAI não interditou a obra, na ocasião, porque o superintendente da SRTE/PR, Neivo Beraldin, não assinou o relatório e ainda informou ao GMAI que a competência para embargar e interditar era dele.
Ao tomar conhecimento da arbitrariedade, relatada pelo Delegado Sindical do Sinait no Paraná, Fábio Lantmann, e por Auditores-Fiscais que participaram da ação fiscal, durante o 31º Enafit em Vitória (ES), a presidente do Sindicato, Rosângela Rassy, propôs a Moção de Repúdio específica para o Paraná aos enafitianos. A Moção, aprovada na plenária final do Encontro, tem o objetivo de denunciar o engessamento da fiscalização e impedir que ações despóticas voltem a acontecer, tanto no Paraná, como na Paraíba, em Rondônia e no Rio de Janeiro, que sofrem problemas semelhantes.
O Sinait enviou a Moção de Repúdio para a imprensa nacional e para veículos de imprensa no Estado do Paraná.
Moção de Repúdio aprovada no 31º Enafit aqui.
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Com informações da Gazeta do Povo (PR).