Chacina de Unaí – Julgamento de HC de Mânica repercute na imprensa


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
01/10/2013



A imprensa nacional repercute o julgamento do recurso, pelo Supremo Tribunal Federal – STF, do fazendeiro Norberto Mânica, acusado de ser um dos mandantes dos assassinatos de três Auditores-Fiscais e um motorista do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE. O ministro do STF Marco Aurélio Mello, irá apreciar nesta terça-feira, 1º de outubro, o pedido do réu para transferir o julgamento da capital Belo Horizonte para o município de Unaí (MG). 


As matérias repercutiram também a nota assinada pela presidente do Sinait, Rosângela Rassy, que anunciou “Não há argumentos que justifiquem a transferência do julgamento para a Vara Federal de Unaí”. A nota registra ainda que “Um dos acusados, o réu Hugo Pimenta, já manifestou ser contrário a que o julgamento seja em Unaí. Ele teme pela própria vida e de sua família, e disse que o júri sofreria influências dos Mânicas na cidade”. 


Leia abaixo a repercussão na imprensa nacional sobre o caso. 


30-9-2013 – Portal Uai / Estado de Minas (MG)


STF julga nesta terça-feira recurso de réu da Chacina de Unaí


http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2013/09/30/interna_politica,454762/stf-julga-nesta-terca-feira-recurso-de-reu-da-chacina-de-unai.shtml 


30-9-2013 – Exame.com


STF julga recurso de réu da Chacina de Unaí


http://exame.abril.com.br/brasil/politica/noticias/stf-julga-recurso-de-reu-da-chacina-de-unai 


30-9-2013 – Site da Revista Proteção


STF julga recurso de réu da Chacina de Unaí


http://www.protecao.com.br/noticias/geral/stf_julga_recurso_de_reu_da_chacina_de_unai/AJy4Jjjg 


30-9-2013 – Hoje em Dia (MG)


STF julga nesta terça-feira recurso de réu da Chacina de Unaí 


Marcelo Portela  


O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar nesta terça-feira (1º), recurso do fazendeiro Norberto Mânica, acusado de ser um dos mandantes dos assassinatos de quatro servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a chamada chacina de Unaí (MG). O réu quer transferir o julgamento de Belo Horizonte para o município do noroeste mineiro para o qual seu irmão, o produtor rural e também acusado do crime, Antério Mânica, foi eleito prefeito duas vezes, sendo a primeira ainda na cadeia por causa do crime.


O habeas-corpus levou o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, a determinar, no último dia 16, a suspensão do julgamento por júri popular de outros acusados de envolvimento na chacina que começaria no dia seguinte. Na ocasião seriam julgados, além de Norberto, Hugo Alves Pimenta, Humberto dos Santos e José Alberto de Castro. Ainda não há data prevista para o julgamento do grupo e de Antério - cujo processo foi desmembrado quando ele obteve foro privilegiado - justamente porque é necessário aguardar a decisão do Supremo. 


Os réus são acusados dos assassinatos dos auditores fiscais Nelson José da Silva, Eratóstenes de Almeida Gonsalves e João Batista Soares Lage e do motorista Ailton Pereira de Oliveira. Os servidores foram mortos em 28 de janeiro de 2004 na zona rural de Unaí, no noroeste de Minas, durante fiscalização de trabalho escravo em fazendas da região. Em 31 de agosto, Erinaldo de Vasconcelos Silva, Rogério Alan Rochja Rio e William Gomes de Miranda foram sentenciados a penas que, juntas, somam mais de 226 anos acusados de terem executado as vítimas. 


O Ministério Público Federal (MPF) é contrário à transferência dos julgamentos para a Vara Federal de Unaí por entender não ser possível a escolha de um júri isento no município. Antério e Norberto são dois dos maiores produtores de feijão do País. Na primeira vez que Antério foi eleito prefeito da cidade pelo PSDB, ele estava na prisão por ordem da Justiça e teve mais de 72% dos votos válidos. 


"Não há argumentos que justifiquem a transferência do julgamento para a Vara Federal de Unaí", afirmou ontem, 30, por meio de nota, a presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), Rosângela Rassy. "Um dos acusados, o réu Hugo Pimenta, já manifestou ser contrário a que o julgamento seja em Unaí. Ele teme pela própria vida e de sua família, e disse que o júri sofreria influências dos Mânica na cidade", acrescenta o texto. Pimenta confessou o crime e, em depoimento à Justiça, acusou Norberto de ser o mandante. 


30/9/2012 – IstoÉ Dinheiro


Correção: STF julga recurso de réu da Chacina de Unaí 


Por Marcelo Portela 


O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar nesta terça-feira, 01, recurso do fazendeiro Norberto Mânica, acusado de ser um dos mandantes dos assassinatos de quatro servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a chamada chacina de Unaí (MG). O réu quer transferir o julgamento de Belo Horizonte para o município do noroeste mineiro para o qual seu irmão, o produtor rural e também acusado do crime, Antério Mânica, foi eleito prefeito duas vezes, sendo a primeira ainda na cadeia por causa do crime. 


O habeas-corpus levou o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, a determinar, no último dia 16, a suspensão do julgamento por júri popular de outros acusados de envolvimento na chacina que começaria no dia seguinte. Na ocasião seriam julgados, além de Norberto, Hugo Alves Pimenta, Humberto dos Santos e José Alberto de Castro. Ainda não há data prevista para o julgamento do grupo e de Antério - cujo processo foi desmembrado quando ele obteve foro privilegiado - justamente porque é necessário aguardar a decisão do Supremo. 


Os réus são acusados dos assassinatos dos auditores fiscais Nelson José da Silva, Eratóstenes de Almeida Gonsalves e João Batista Soares Lage e do motorista Ailton Pereira de Oliveira. Os servidores foram mortos em 28 de janeiro de 2004 na zona rural de Unaí, no noroeste de Minas, durante fiscalização de trabalho escravo em fazendas da região. Em 31 de agosto, Erinaldo de Vasconcelos Silva, Rogério Alan Rochja Rio e William Gomes de Miranda foram sentenciados a penas que, juntas, somam mais de 226 anos acusados de terem executado as vítimas. 


O Ministério Público Federal (MPF) é contrário à transferência dos julgamentos para a Vara Federal de Unaí por entender não ser possível a escolha de um júri isento no município. Antério e Norberto são dois dos maiores produtores de feijão do País. Na primeira vez que Antério foi eleito prefeito da cidade pelo PSDB, ele estava na prisão por ordem da Justiça e teve mais de 72% dos votos válidos. 


"Não há argumentos que justifiquem a transferência do julgamento para a Vara Federal de Unaí", afirmou ontem, 30, por meio de nota, a presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), Rosângela Rassy. "Um dos acusados, o réu Hugo Pimenta, já manifestou ser contrário a que o julgamento seja em Unaí. Ele teme pela própria vida e de sua família, e disse que o júri sofreria influências dos Mânica na cidade", acrescenta o texto. Pimenta confessou o crime e, em depoimento à Justiça, acusou Norberto de ser o mandante. 


30-9-2013 – Site do Estadão


Correção: STF julga recurso de réu da Chacina de Unaí


http://www.territorioeldorado.limao.com.br/noticias/not297958.shtm 


30/9/2013 – O Tempo online


STF deve julgar nesta terça-feira recurso da defesa de Mânica 


Está prevista para esta terça-feira, 1º de outubro, no Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento do recurso da defesa do fazendeiro e ex-prefeito Antério Mânica, acusado de ser um dos mandantes dos assassinatos de quatro servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a chamada chacina de Unaí. 


De acordo com o STF o réu quer transferir o julgamento de Belo Horizonte para o município do noroeste mineiro para o qual foi eleito prefeito duas vezes. 


O habeas corpus apresentado pela defesa do acusado fez com que o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, determinasse, no último dia 16, a suspensão do julgamento por júri popular de outros acusados de envolvimento na chacina que começaria no dia seguinte. 


Na época seriam julgados o irmão Norberto Mânica, que também é apontado como mandante do crime, além de Hugo Alves Pimenta, Humberto dos Santos e José Alberto de Castro. 


Ainda não há data prevista para o julgamento justamente porque é necessário aguardar a decisão do Supremo.

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