O Sinait publica o artigo do analista político e jornalista Antônio Augusto de Queiroz que trata das relações de trabalho nos primeiros dois anos do governo Dilma Rousseff. Segundo ele, vários avanços foram constatados com a sanção de leis que beneficiam os trabalhadores da iniciativa privada, porém, a interlocução com os servidores públicos ainda deixa a desejar.
O analista destaca que a negociação realizada com as entidades representativas dos servidores públicos foi marcada por muitos problemas, mesmo depois de dois anos (2011 e 2012) sem reajuste. Nos próximos dois anos, a expectativa é que as discussões avancem no Congresso Nacional a respeito da regulamentação do direito de greve e da negociação coletiva dos servidores públicos que foram discutidas pelas entidades com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MP durante cerca de três anos.
Sobre o setor privado, Antônio Augusto de Queiroz lembra que o governo precisa dar limites à pressão do empresariado para que a diminuição do custo da empregabilidade provoque flexibilização ou redução dos direitos do trabalhador.
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