Diversos projetos com a intenção de reformular a CLT, possibilitando a flexibilização trabalhista em detrimento dos direitos dos trabalhadores, tramitam pelo Congresso Nacional. Caso sejam aprovados permitirão que convenções e acordos de trabalho se sobreponham à legislação trabalhista, a exemplo do Projeto de Lei 4193/12, do deputado Irajá Abreu (PSD-TO), que está em análise na Câmara com decisão conclusiva nas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público – CTASP e Constituição e Justiça e de Cidadania - CCJ.
O Sinait trabalha juntamente com outras entidades pela não aprovação desses projetos, que sob o argumento da necessidade de reduzir os custos trabalhistas, o empresariado tenta ao longo dos anos flexibilizar direitos conquistados pelos trabalhadores e que levaram décadas para serem consolidados. O Sinait vai mobilizar entidades sindicais contrárias à reforma trabalhista como Anamatra, Anpt, CTB, UGT, CGTB e Conlutas, entre outras, para defender os trabalhadores.
Recentemente o Sindicato Nacional publicou em seu site um estudo do Auditor-Fiscal do Trabalho, Marcelo Campos, que expõe os perigos do fenômeno das políticas liberais flexibilizadoras e precarizantes. O estudo questiona a prevalência do negociado sobre o legislado e faz uma crítica à recente proposta de mudança na legislação trabalhista contida na minuta de um desses projetos que poderá tramitar no Congresso, apresentado pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC paulista. Clique aqui para ler a íntegra do artigo.