O Prêmio Nacional de Jornalismo “Dom Pedro Casaldáliga”, que premia reportagens sobre o combate ao trabalho escravo, está com as inscrições abertas até o dia 30 de janeiro de 2013. A premiação é dividida em oito categorias: Rádio, Televisão, Jornal impresso, Revista, Webjornalismo, Fotojornalismo, Jornalismo Acadêmico e a de Prêmio Dom Pedro Casaldáliga de Reportagem de Destaque. São mais de R$ 140 mil reais em prêmios.
Na categoria “Prêmio Dom Pedro Casaldáliga Reportagem de Destaque”, poderão concorrer todas as áreas do jornalismo e cada veículo de comunicação só poderá competir com uma matéria.
O valor total da premiação faz parte de recurso recolhido em ações judiciais e termos de ajustamento de conduta, os quais constam a obrigação de empregadores em pagar indenização de danos morais coletivos, além de repasse feito pelo Conselho Estadual do Trabalho.
O Prêmio “Dom Pedro Casaldáliga” é uma iniciativa do Governo do Estado do Mato Grosso, por meio da Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo – Coetrae e do Conselho Estadual do Trabalho – Cetb-MT.
Também são parceiros na realização do Prêmio, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Mato Grosso – SRTE/MT, a ONG Humanos Direitos, a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor), entre outros.
História
Em 1971, o bispo Dom Pedro Casaldáliga foi a primeira personalidade pública a denunciar a existência de trabalho escravo contemporâneo no Brasil. A atuação do religioso levou o Brasil a reconhecer a existência do problema internamente e perante as organizações internacionais de defesa dos direitos humanos, como a Organização Internacional do Trabalho - OIT e a Organização das Nações Unidas – ONU. Em função disso, o combate a prática do trabalho escravo foi intensificado por meio do Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE.
Com informações da Coetrae-MT.
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