Campanha Salarial: Grupo Fisco recomenda rejeição à nova proposta do governo

O Comando de Mobilização do Sinait avaliou a nova proposta de tabela salarial para as Carreiras do Fisco apresentada pelo governo nesta quarta-feira, 29


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
30/08/2012



O Comando de Mobilização do Sinait avaliou a nova proposta de tabela salarial para as Carreiras do Fisco apresentada pelo governo nesta quarta-feira, 29 de agosto. O documento com as considerações do Sinait está sendo encaminhado às entidades para ser apreciado e votado em Assembleia Geral Nacional – AGN, nesta quinta-feira, 30 de agosto, no horário de 8 às 18 horas, em todos os Estados.


O filiado também poderá votar por meio eletrônico, enviando mensagem para [email protected]. As considerações estão na área restrita do site do Sinait.


A indicação do Sinait é pela REJEIÇÂO da proposta uma vez que:

 

1 - Não alterou a proposta anterior de 15,8% distribuídos entre os anos de 2013, 2014 e 2015, já rejeitada pela categoria em Assembleia, com um percentual de 90,7%. Apenas camuflou a proposta anterior fazendo um remanejamento entre os padrões, estimulando a divisão dentro da categoria;

 

2 - O índice oferecido pelo governo, de 15,8%, sequer repõe a inflação acumulada desde 2008 - quando houve o último reajuste - e que já atinge o percentual de 24%;

 

3 - Não atendeu à reivindicação da categoria no sentido de reduzir os padrões entre as classes de 13 para 6;

 

4 - A tabela apresentada pelo governo aponta que cerca de 6.500 Auditores-Fiscais (Trabalho e Receita) receberiam reajuste menor que 5%, inferior, portanto, à proposta anterior;

 

5 - 29.875 Auditores-Fiscais (Trabalho e Receita) receberiam os mesmos 5% em 2013/2014 e 2015;

 

6 - A tabela apresenta tratamento  discriminatório entre os Auditores com percentuais de reajuste diferenciados: 1%; 3%; 4,5%; 5%; 7,2% e 15,2%.

 

7 -  A tabela impede qualquer tipo de negociação até 2015 com reflexos para 2016, ou seja, se o Sinait assinar o acordo não poderá lutar por melhores reajustes nos próximos três anos;

 

8 -  Mantém a última parcela para após a eleição presidencial de 2014;

 

O Sinait esclarece que recebeu na proposta do governo, somente a tabela salarial, não nos  sendo apresentado pelo Ministério do Planejamento nem pelo Ministério do Trabalho e Emprego, nenhum outro documento ou proposta.

 

      Não aceitaremos nos calar por tão pouco! 


Diante disso, os Auditores-Fiscais do Trabalho, juntos com os integrantes das demais Carreiras do Fisco, só têm uma resposta a dar à proposta do governo: REJEIÇÃO!



Leia aqui as considerações do Sinait pela rejeição da proposta na Assembleia Geral Nacional.

 

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