Campanha Salarial: Entidades ligadas à UCE que disseram não aos 15,8% trabalham pela continuidade da negociação

Onze entidades que integram a União das Carreiras de Estado – UCE, em Assembleias específicas,disseram não aos 15,8% de reajuste salarial propostos pelo governo


Por: SINAIT
Edição: SINAIT
29/08/2012




Eles avaliaram o movimento em reunião, na manhã desta quarta-feira (29)


 


Onze entidades que integram a União das Carreiras de Estado – UCE, em Assembleias específicas, disseram “não” aos 15,8% de reajuste salarial propostos pelo governo. Entre estas estão o Sinait, Sindifisco Nacional, Sindcvm, Unafe, Anauni,  Anadef, Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal e Sintbacen.


 


No Grupo Fisco, a rejeição dos 15,8% pelos Auditores-Fiscais do Trabalho foi de 90,7% e entre os da  Receita Federal foi de 99%.


 


Na manhã desta quarta-feira, 29 de agosto, os dirigentes das entidades que integram a UCE fizeram a avaliação de que o movimento das carreiras de Estado foi vitorioso na medida em que está provocando reações do Governo. “Já dissemos ‘não’ à proposta dos 15,8% e continuamos trabalhando para que o Governo mantenha as negociações em aberto uma vez que o prazo para o encaminhamento do projeto de Lei Orçamentária Anual - LOA/2013 ao Congresso Nacional é até 31 de agosto”, explicou a presidente do Sinait, Rosângela Rassy. Contatos com gestores do governo continuam sendo mantidos e a expectativa é de que as carreiras do fisco sejam chamadas para nova reunião.


 


Outras ações – Independente da questão salarial a União das Carreiras de Estado quer provocar o governo para a discussão de uma pauta que possibilite a valorização do serviço público, apontando problemas e procurando soluções para superar questões que envolvem os servidores como a falta de condições de trabalho para o funcionalismo que inviabilizam a prestação de um serviço público com excelência, entre outras.


 


A intenção é organizar um debate sobre os problemas no serviço público, buscando mudanças para evitar o desmonte do Estado e a garantia da prestação de um serviço público com qualidade. Entre os temas a serem trabalhados estão a  regulamentação do direito de greve, a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho – OIT e uma política salarial permanente para os servidores.

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