O Sinait registra que hoje, 5 de junho, é o Dia Mundial do Meio Ambiente, dedicado a ações de conscientização da população em todo o Planeta sobre a necessidade de cuidar e preservar os diversos ecossistemas para a preservação da própria espécie humana.
A data tem a ver com todos os seres humanos, que necessitam de água e ar para sobreviver, assim como da terra para produzir alimentos. A utilização dos recursos naturais não renováveis de forma indiscriminada leva a graves desequilíbrios que causam grandes catástrofes e têm mudado as características climáticas de todos os cantos da Terra, afetando a qualidade de vida das pessoas.
Desmatamentos legais ou ilegais para formação de pastagens ou para plantação de cana e soja têm sido responsáveis pelo empobrecimento do solo e pelo ressecamento de nascentes, além do desequilíbrio da fauna e flora dos locais onde as intervenções acontecem e mudam a paisagem. Estas ações, muitas vezes, trazem junto a degradação humana por meio da exploração de trabalhadores em regime análogo à escravidão.
Nas plantações de soja e cana, que cada vez mais migram para as Regiões Norte e Centro-Oeste, os casos de trabalho escravo se sucedem e mostram a face perversa do agronegócio. Auditores-Fiscais do Trabalho são testemunhas do que essa degradação provoca em seres humanos, deixando marcas por toda a vida.
Nesta data, às vésperas da realização da “Rio+20”, o Sinait alerta para a responsabilidade de cada um na recuperação da qualidade de vida no Planeta, para a prática do consumo consciente e atitudes sustentáveis, para que as gerações futuras tenham oportunidade de desfrutar de belezas que, pouco a pouco estão sendo dizimadas. Parar esse processo é o desafio que se impõe hoje.